
Hipertensão
A abordagem integrativa investiga causas de fundo como inflamação, stress crónico e desequilíbrios metabólicos. Complementa a medicação convencional com nutrição clínica e gestão do sistema nervoso.
Como a medicina integrativa pode ajudar nas condições mais prevalentes.

A abordagem integrativa investiga causas de fundo como inflamação, stress crónico e desequilíbrios metabólicos. Complementa a medicação convencional com nutrição clínica e gestão do sistema nervoso.

Um dos quadros com melhor resposta na MTC e medicina funcional. Investigamos padrões de energia, sono, cortisol e microbioma.

Desde síndrome do ovário poliquístico à tiróide, a medicina funcional analisa cofactores que a medicina convencional frequentemente não contempla.

Síndrome do intestino irritável, refluxo e disbiose respondem bem a protocolos de microbioma e nutrição clínica combinados com MTC.

A MTC e a medicina funcional têm protocolos com evidência publicada para regulação do sistema nervoso, sem dependência de medicação.

Investigamos causas hormonais, neurológicas e de ritmo circadiano. A abordagem integrativa actua na raiz, não apenas no sintoma.

Hashimoto, artrite reumatoide e outras condições autoimunes respondem a protocolos de medicina funcional que investigam intestino, inflamação e triggers ambientais.

Além da nutrição, investigamos resistência à insulina, cortisol, sono e microbioma — os factores que a dieta sozinha não resolve.

A acupunctura e a medicina integrativa têm evidência robusta para gestão da dor crónica sem dependência de analgésicos.

Eczema, psoríase e acne têm frequentemente origem sistémica — intestino, hormonas, inflamação — que a dermatologia convencional não trata directamente.

A medicina funcional e a MTC são abordagens complementares com evidência publicada para optimização da fertilidade masculina e feminina.

Investigamos resistência à insulina, microbioma e inflamação de baixo grau — factores modificáveis que complementam o tratamento convencional.

Um quadro emergente com resposta documentada em protocolos de medicina integrativa e funcional que investigam inflamação persistente e disfunção mitocondrial.

A abordagem integrativa actua sobre factores de risco modificáveis — inflamação, stress oxidativo, microbioma e regulação autonómica — complementando o seguimento cardiológico convencional na prevenção e gestão da doença.

Colesterol e triglicéridos alterados raramente resultam apenas da alimentação. Investigamos resistência à insulina, função tiroideia, microbioma e inflamação — factores que a abordagem convencional frequentemente não contempla.

A medicina integrativa pode melhorar a qualidade de vida e a tolerância ao esforço em pessoas com DPOC, trabalhando inflamação sistémica, nutrição, reabilitação respiratória e regulação do sistema nervoso autónomo em complemento ao tratamento pneumológico.

Dores cervicais, lombares, articulares e tendinopatias respondem bem a abordagens integrativas que combinam acupunctura, terapia manual, nutrição anti-inflamatória e reeducação postural — sem dependência crónica de anti-inflamatórios.

Olhos secos, visão turva e fadiga ocular ligada ao uso prolongado de ecrãs têm causas multifactoriais — inflamação, nutrição, hidratação e regulação do sistema nervoso. A abordagem integrativa actua na origem, não apenas no sintoma.